26
Jan 12

Ao longo de 2011 e no âmbito dos Centenários de Nascimento dos escritores Alves Redol e Manuel da Fonseca, a Editorial Caminho promoveu a reedição da obra de ambos, contribuindo assim para uma ampla divulgação do legado literário de dois dos mais importantes autores da literatura portuguesa contemporânea.

Com o objetivo de ser abordada a relevância desta iniciativa editorial, o Museu do Neorrealismo – que, graças à parceria estabelecida com a Editorial Caminho, tem também disponibilizado, na sua livraria, as obras em apreço – realiza, no sábado, pelas 16h00, uma Sessão de Auditório, com as presenças de Helena Alves, por parte da editora, e de António Mota Redol, filho do escritor Alves Redol.

António Alves Redol (29 de dezembro de 1911-29 de novembro de 1969) ficou para a história como um dos expoentes máximos do neorrealismo português, movimento que conta com um museu na cidade onde o escritor nasceu, Vila Franca de Xira.

Começou a trabalhar cedo e foi para Angola aos dezasseis anos, em busca de melhores condições de vida. Regressou três anos depois, juntou-se ao Movimento de Unidade Democrática (MUD), opositor do Estado Novo, e filiou-se no Partido Comunista.

Foi responsável pela introdução em Portugal do neorrealismo, com o romance Gaibéus (1939), nome que designava os camponeses da Beira que iam para o Ribatejo fazer a ceifa do arroz, na primeira metade do século XX.

Manuel da Fonseca nasceu em Santiago do Cacém, em 15 de outubro de 1911, mas cedo veio para Lisboa, onde iniciou a sua atividade literária. Poeta, romancista, contista e cronista, toda a sua obra é atravessada pelo Alentejo e o seu povo. Ligado ao neorrealismo, evoluiu no sentido de um regionalismo crescente, ligado ao seu Alentejo natal, retratando o povo desta região e a miséria por ele sofrida. Contestatário e observador por natureza, a sua escrita era seguida de perto pela censura. Faleceu a 11 de março de 1993, com 81 anos.

publicado por LeYa às 09:52

16
Dez 11

O auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro acolhe, hoje, pelas 21h30, as conferências sobre neorrealismo “Manuel da Fonseca: Poesia e Narrativa”, por Manuel Gusmão, e “Alves Redol: A Escrita contra a Sujeição”, por Domingos Lobo.

A iniciativa é promovida pela Câmara Municipal do Barreiro e contempla a leitura de excertos de textos destes dois escritores, cujos centenários dos seus nascimentos se comemoram este ano.

Está, ainda, previsto um momento musical com o grupo coral alentejano Os Amigos do Barreiro.

António Alves Redol (29 de dezembro de 1911-29 de novembro de 1969) ficou para a história como um dos expoentes máximos do neorrealismo português, movimento que conta com um museu na cidade onde o escritor nasceu, Vila Franca de Xira.

Começou a trabalhar cedo e foi para Angola aos dezasseis anos, em busca de melhores condições de vida. Regressou três anos depois, juntou-se ao Movimento de Unidade Democrática (MUD), opositor do Estado Novo, e filiou-se no Partido Comunista.

Foi responsável pela introdução em Portugal do neorrealismo, com o romance Gaibéus (1939), nome que designava os camponeses da Beira que iam para o Ribatejo fazer a ceifa do arroz, na primeira metade do século XX.

Manuel da Fonseca nasceu em Santiago do Cacém, em 15 de outubro de 1911, mas cedo veio para Lisboa, onde iniciou a sua atividade literária. Poeta, romancista, contista e cronista, toda a sua obra é atravessada pelo Alentejo e o seu povo. Ligado ao neorrealismo, evoluiu no sentido de um regionalismo crescente, ligado ao seu Alentejo natal, retratando o povo desta região e a miséria por ele sofrida. Contestatário e observador por natureza, a sua escrita era seguida de perto pela censura. Faleceu a 11 de março de 1993, com 81 anos.

publicado por LeYa às 10:07

09
Dez 11

Tem lugar hoje, pelas 21h30, no auditório da Biblioteca Municipal Almeida Faria, em Montemor-o-Novo,um espetáculo de homenagem a Manuel da Fonseca, no âmbito das comemorações do centenário do seu nascimento.

O evento contará com atuação de Samuel e com a participação especial de Cândido Mota.

Manuel da Fonseca nasceu em Santiago do Cacém, em 15 de outubro de 1911, mas cedo veio para Lisboa, onde iniciou a sua atividade literária. Poeta, romancista, contista e cronista, toda a sua obra é atravessada pelo Alentejo e o seu povo. Ligado ao neorrealismo, evoluiu no sentido de um regionalismo crescente, ligado ao seu Alentejo natal, retratando o povo desta região e a miséria por ele sofrida. Contestatário e observador por natureza, a sua escrita era seguida de perto pela censura. Faleceu a 11 de março de 1993, com 81 anos.

publicado por LeYa às 09:40

25
Nov 11

A Casa do Alentejo encerra as Comemorações do Centenário do nascimento de Manuel da Fonseca, no sábado, através de um programa que inclui a atuação do Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Serpa e a exibição do especáculo musical orientado por Paulo Ribeiro que integra literatura, teatro, dança e música.

Manuel da Fonseca nasceu em Santiago do Cacém, em 15 de outubro de 1911, mas cedo veio para Lisboa, onde iniciou a sua atividade literária. Poeta, romancista, contista e cronista, toda a sua obra é atravessada pelo Alentejo e o seu povo. Ligado ao neorrealismo, evoluiu no sentido de um regionalismo crescente, ligado ao seu Alentejo natal, retratando o povo desta região e a miséria por ele sofrida. Contestatário e observador por natureza, a sua escrita era seguida de perto pela censura. Faleceu a 11 de março de 1993, com 81 anos.

publicado por LeYa às 11:35

24
Out 11

A Associação Portuguesa de Escritores (APE) homenageia hoje, pelas 18h30, os escritores Alves Redol Manuel da Fonseca e Carlos Oliveira.

A sessão terá lugar no Jardim de Inverno do Teatro São Luiz e contará com a presença de João Tordo, Afonso Cruz e Gonçalo M. Tavares. A atriz Carmen Santos e José Manuel Mendes, presidente da APE, lerão passagens das obras dos autores homenageados.

A iniciativa enquadra-se nas comemorações do centenário de Manuel da Fonseca e Alves Redol e assinala os 30 anos da morte de Carlos de Oliveira.

A entrada é livre.

publicado por LeYa às 10:14

29
Set 11

Os escritores Alves Redol e Manuel da Fonseca, cujos centenários dos respetivos nascimentos se comemoram este ano, serão recordados no Museu do Neorrealismo, em Vila Franca de Xira, com exposições, congressos internacionais, leituras encenadas e filmes.

A 30 de setembro, pelas 19h00, será exibido Cerromaior, realizado por Luís Filipe Rocha em 1980, numa adaptação do primeiro romance de Manuel da Fonseca. A sessão contará com a presença do realizador.

Inaugurada no museu vila-franquense a 28 de maio, a Grande Exposição do Centenário de Manuel da Fonseca estará patente até 9 de outubro, sendo reinaugurada a 15 de outubro, data do nascimento do escritor, no Museu de Santiago do Cacém, sua terra natal.

De 7 a 9 de outubro, realiza-se o congresso internacional "Por Todas as Estradas do Mundo", organizado pelo museu em parceria com o Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, que conta com a participação dos académicos Eduardo Lourenço, Fernando Guimarães, Fernando J. B. Martinho, Luís Filipe Rocha, Manuel Gusmão, Rosa Maria Martelo, Manuel G. Simões e Vítor Viçoso.

A 14 de outubro, será exibido, no âmbito do ciclo de cinema "Imagens e Palavras de Alves Redol", o documentário de Francisco Manso Alves Redol (2011), sobre o escritor que, em 1939, introduziu em Portugal o neorrealismo, com o romance Gaibéus – nome dado aos camponeses da Beira que iam para o Ribatejo fazer a ceifa do arroz.

Na epígrafe à primeira edição de Gaibéus, escreveu o autor: “Este romance não pretende ficar na literatura como obra de arte. Quer ser, antes de tudo, um documentário humano fixado no Ribatejo. Depois disso, será o que os outros entenderem.”

A 22 de outubro, serão inauguradas no museu a exposição biobibliográfica “Alves Redol – Centenário” e as mostras “Alves Redol, a Fotografia e o Documento” e “Alves Redol em BD: projetos de banda desenhada em torno da narrativa redoliana”.

Em novembro, no dia 5, pelas 16h00, haverá uma "Leitura e Análise da Obra de Alves Redol", por Vítor Viçoso e pelo Grupo de Teatro do Grémio Literário Povoense, a que se seguirá, no dia 12, à mesma hora, uma conferência intitulada "Alves Redol no grande espaço linguístico português".

A 25 de novembro, às 19h00, os visitantes do museu são convidados a assistir à sessão "Alves Redol e a Rádio", que consiste na audição de entrevistas e declarações do escritor à rádio portuguesa.

Já em janeiro de 2012, a concluir as comemorações, será entregue, em data a definir, o Prémio Literário Alves Redol – Romance e Conto, e realiza-se nos dias 19, 20 e 21 o Congresso Internacional "Centenário de Alves Redol", fruto de mais uma parceria do museu com a Faculdade de Letras de Lisboa.

A Editorial Caminho recorda também o centenário do nascimento de Manuel da Fonseca através da reedição da obra do autor: O Fogo e as Cinzas e Seara de Vento (setembro); Cerromaior e Aldeia Nova (outubro); Obra Poética de Manuel da Fonseca; Um Anjo no Trapézio e Tempo de Solidão (novembro).

publicado por LeYa às 10:45

23
Set 11

No âmbito das comemorações do centenário do nascimento do escritor Manuel da Fonseca, o Museu do Neorrealismo, em Vila Franca de Xira, vai exibir dois filmes ligados ao autor.

Hoje, pelas 19h00, será exibido o filme O Trigo e o Joio (1965), de Manuel Guimarães, que conta com a participação de Manuel da Fonseca como ator.

A 30 de setembro, pelas 19h00, será a vez de Cerromaior, realizado por Luís Filipe Rocha em 1980, numa adaptação do primeiro romance de Manuel da Fonseca. A sessão contará com a presença do realizador.

Manuel da Fonseca nasceu em Santiago do Cacém, em 15 de outubro de 1911, mas cedo veio para Lisboa, onde iniciou a sua atividade literária. Poeta, romancista, contista e cronista, toda a sua obra é atravessada pelo Alentejo e o seu povo. Ligado ao neorrealismo, evoluiu no sentido de um regionalismo crescente, ligado ao seu Alentejo natal, retratando o povo desta região e a miséria por ele sofrida. Contestatário e observador por natureza, a sua escrita era seguida de perto pela censura. Faleceu a 11 de março de 1993, com 81 anos.

publicado por LeYa às 11:08

22
Set 11

Os escritores Alves Redol e Manuel da Fonseca, cujos centenários dos respetivos nascimentos se comemoram este ano, são hoje recordados na Sociedade Portuguesa de Autores com uma conferência da professora Maria Alzira Seixo.

"Redol e Fonseca: Que neorrealismo? Que poéticas? Que interesse em ler estes autores hoje?" é o tema da conferência que será proferida a partir das 18.30 pela professora da Faculdade de Letras de Lisboa Maria Alzira Seixo, autora de uma vasta obra ensaística e distinguida este ano com o Prémio Vergílio Ferreira, da Universidade de Évora.

António Alves Redol (29 de dezembro de 1911-29 de novembro de 1969) ficou para a história como um dos expoentes máximos do neorrealismo português, movimento que conta com um museu na cidade onde o escritor nasceu, Vila Franca de Xira.

Começou a trabalhar cedo e foi para Angola aos dezasseis anos, em busca de melhores condições de vida. Regressou três anos depois, juntou-se ao Movimento de Unidade Democrática (MUD), opositor do Estado Novo, e filiou-se no Partido Comunista.

Foi responsável pela introdução em Portugal do neorrealismo, com o romance Gaibéus (1939), nome que designava os camponeses da Beira que iam para o Ribatejo fazer a ceifa do arroz, na primeira metade do século XX.

Manuel da Fonseca nasceu em Santiago do Cacém, em 15 de outubro de 1911, mas cedo veio para Lisboa, onde iniciou a sua atividade literária. Poeta, romancista, contista e cronista, toda a sua obra é atravessada pelo Alentejo e o seu povo. Ligado ao neorrealismo, evoluiu no sentido de um regionalismo crescente, ligado ao seu Alentejo natal, retratando o povo desta região e a miséria por ele sofrida. Contestatário e observador por natureza, a sua escrita era seguida de perto pela censura. Faleceu a 11 de março de 1993, com 81 anos.

publicado por LeYa às 14:17

06
Abr 11

A Biblioteca Municipal de Aljustrel tem patente até ao dia 23 de abril a exposição “Manuel da Fonseca – Uma Chicotada de Vento”.

Organizada em parceria com o Museu do Neorrealismo, a mostra reúne uma série de fotografias sobre a vida e obra do autor de A Aldeia Nova.

Manuel da Fonseca nasceu em Santiago do Cacém, em 15 de outubro de 1911, mas cedo veio para Lisboa, onde iniciou a sua atividade literária. Poeta, romancista, contista e cronista, toda a sua obra é atravessada pelo Alentejo e o seu povo. Ligado ao neorrealismo, evoluiu no sentido de um regionalismo crescente, ligado ao seu Alentejo natal, retratando o povo desta região e a miséria por ele sofrida. Contestatário e observador por natureza, a sua escrita era seguida de perto pela censura. Faleceu a 11 de março de 1993, com 81 anos.

publicado por LeYa às 16:56

15
Jan 09


Aldeia Nova
Manuel da Fonseca


P.V.P. (c/ IVA): 5.95€

(A partir de 26 de Janeiro de 2009)

publicado por LeYa às 02:13

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