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LEYA BIS – LIVROS DE BOLSO

LIVROS DE BOLSO DA COLECÇÃO BIS

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LIVROS DE BOLSO DA COLECÇÃO BIS

EXPOSIÇÃO HOMENAGEIA PADRE ANTÓNIO VIEIRIA NO BRASIL

Está patente até ao dia 19 de Abril, no Gabinete Português de Leitura, no Recife, uma exposição em homenagem ao padre António Vieira. A mostra revela detalhes da vida do escritor e orador que viveu no século XVII e que lutou empenhadamente por reformas sociais e económicas.

A exposição é resultado da viagem de barco à vela, que durou aproximadamente um ano, do professor Antônio Abreu Freire, que percorreu dez mil quilómetros e visitou locais por onde o padre passou, como Portugal, Cabo Verde, Holanda, França ou Itália. Essa viagem rendeu quatro mil fotos e um livro, Diário de Bordo – Na Rota de Vieira. Os textos e imagens, realizados entre 2007 e 2008, estão na exposição, que faz parte da celebração dos 400 anos do nascimento do padre António Vieira.

Considerado por Fernando Pessoa como “o imperador da língua portuguesa”, o padre António Vieira revelou nos seus Sermões uma intensa ligação com a vida pública, com uma construção literária e argumentativa notáveis, o que resulta numa prosa eminentemente funcional mas que não perde nunca o nível de universalidade necessário a toda a obra de arte perdurável.

Sobre o padre António Vieira, José Saramago revelou recentemente no seu blogue que “isto a que chamam o meu estilo assenta na grande admiração e respeito que tenho pela língua que foi falada em Portugal nos séculos XVI e XVII. Abrimos os Sermões do padre António Vieira e verificamos que há em tudo o que escreveu uma língua cheia de sabor e de ritmo, como se isso não fosse exterior à língua, mas lhe fosse intrínseco.

Nós não sabemos ao certo como se falava na época, mas sabemos como se escrevia. A língua então era um fluxo ininterrupto. Admitindo que possamos compará-la a um rio, sentimos que é como uma grande massa de água que desliza com peso, com brilho, com ritmo, mesmo que, por vezes, o seu curso seja interrompido por cataratas.”

JOSÉ SARAMAGO E DARIO FO RECEBEM PRÉMIO CAJA GRANADA DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL

Os prémios Nobel de Literatura José Saramago e Dario Fo foram hoje agraciados, em Espanha, com o Prémio Caja Granada de Cooperação Internacional, no valor de 50 mil euros, em “reconhecimento pelo esforço e dedicação de ambos na procura de uma maior justiça social no mundo”.

Com esta distinção, José Saramago e Dario Fo, ambos presidentes honorários do “Festival Sete Sóis, Sete Luas”, organização à qual será entregue o dinheiro do prémio, juntam-se a outras personalidades e entidades premiadas pelo seu esforço na perseguição destes objectivos, como Enma Bonino, Sami Nair, Muhammad Yunus, Carlinhos Brown ou Federico Mayor Zaragoza.

Impossibilitado de assistir à cerimónia por motivo de saúde, José Saramago foi representado em Granada pela mulher, Pilar del Río.

CHICO BUARQUE E ANTÓNIO LOBO ANTUNES CONFIRMADOS NA FLIP

Os escritores Chico Buarque e António Lobo Antunes já confirmaram a sua presença Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), no Brasil, que se realiza de 1 a 5 de Julho.

A FLIP, que já vai na sua sétima edição, rapidamente se impôs como um dos principais festivais literários internacionais, sendo reconhecida pela qualidade dos autores convidados, pelo entusiasmo do seu público e pela descontraída hospitalidade da cidade.

A edição de 2009 vai homenagear o poeta brasileiro Manuel Bandeira e, até ao momento, estão confirmados os escritores Carlos Fuentes, Anne Enright, Richard Dawkins, Simon Schama, Atiq Rahimi, Gay Talese, Alex Ross, Sophie Calle, Catherine Millet, Cristovão Tezza, Rafael Grampá, Fábio Moon, Gabriel Bá e Rafael Coutinho.

Mais informações sobre a FLIP aqui.

CASA DE CAMILO ACOLHE ANTESTREIA DO FILME UM AMOR DE PERDIÇÃO

O auditório da Casa de Camilo, em S. Miguel de Seide, Famalicão, acolhe na sexta-feira, dia 17 de Abril, a antestreia do filme Um Amor de Perdição, uma adaptação de Mário Barroso do romance de Camilo Castelo Branco.

Com estreia nas salas portuguesas no dia 23, este filme é a quarta versão cinematográfica do romance Amor de Perdição, que foi também por diversas vezes adaptado para o teatro.

A cerimónia conta com as presenças do realizador e dos actores Tomás Alves e Catarina Wallenstein, entre outros.

Um Amor de Perdição, de Mário Barroso, é a história de um encontro entre Simão e Teresa, sobre um fundo de conflito entre duas famílias da burguesia.

“Ao adaptar o romance ao cinema pretendi concentrar-me naquele que considero ser o real mote impulsionador da história: a obstinação, a história de oposição que leva à autodestruição do herói e não tanto a história de amor proibido entre dois adolescentes”, explica Mário Barroso na introdução ao catálogo do filme.

Um Amor de Perdição é, essencialmente, Simão Botelho. O adolescente que não reconhece autoridade nem moral porque vive fora dela, tem a sua própria ética que o vai levar até ao fim aniquilador, como se de algo inevitável se tratasse. Mais do que uma história de paixão, uma história de violência e rivalidade.”

O filme foi produzido por Paulo Branco e conta com Tomás Alves, Patrícia Franco, Catarina Wallenstein, Ana Padrão e Willion Brandão nos principais papéis. O argumento adaptado é de Carlos Saboga e a música de Bernardo Sassetti.

Para mais informações consulte o site oficial do filme: www.um-amor-de-perdicao.com.

INÊS PEDROSA, LOBO ANTUNES, MIA COUTO, PEPETELA E SARAMAGO CANDIDATOS AO PRÉMIO PORTUGAL TELECOM DE LITERATURA 2009

A Eternidade e o Desejo, de Inês Pedrosa, Ontem Não Te Vi em Babilónia, de António Lobo Antunes, Venenos de Deus, Remédios do Diabo, de Mia Couto, Predadores, de Pepetela, e A Viagem do Elefante, de José Saramago, estão entre os cinquenta nomeados para a sétima edição do Prémio Portugal Telecom de Literatura, destinado a livros em língua portuguesa publicados no Brasil em 2008.

Mais informações sobre o Prémio Portugal Telecom de Literatura aqui.

UNIVERSIDADE DE PÁDUA CRIA CÁTEDRA MANUEL ALEGRE

A Universidade de Pádua e o Instituto Camões estabeleceram um acordo para a criação da Cátedra Manuel Alegre, que cobre a investigação nas áreas de língua, literatura e cultura portuguesas.

Em declarações à Lusa, Sérgio de Almeida, do Gabinete de Coordenação do Ensino do Português no Estrangeiro do Instituto Camões, afirmou que a iniciativa resulta do “grande interesse” e do “crescimento substancial” dos estudos portugueses em Itália.

O nome de Manuel Alegre, autor de Alma, foi proposto ao Instituto Camões pela professora Sandra Bagno, coordenadora dos estudos portugueses e docente na Faculdade de Letras e Filosofia da Universidade de Pádua.

Para a Cátedra Manuel Alegre foi já designada a professora Lia Ferreira, que será colaboradora adjunta no triénio 2009-2012, devendo a universidade italiana nomear brevemente, com o aval do Instituto Camões, o responsável pela cátedra.

O escritor português esteve recentemente em Itália para apresentação da sua obra Cane como noi, a versão italiana de Cão como Nós.

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