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LEYA BIS – LIVROS DE BOLSO

LIVROS DE BOLSO DA COLECÇÃO BIS

LEYA BIS – LIVROS DE BOLSO

LIVROS DE BOLSO DA COLECÇÃO BIS

ONDJAKI NA FEIRA DO LIVRO DE GOTEMBURGO

O escritor angolano Ondjaki vai estar na Feira do Livro de Gotemburgo, na Suécia, que decorre de 24 a 27 de Setembro.

O autor de Os da Minha Rua participa num debate no dia 25 de Setembro em torno do tema "Será Portugal um País de Poetas? – Literatura Contemporânea em Português",  juntamente com Gonçalo M. Tavares e Ana Luísa Amaral. Cada um destes escritores terá também sessões separadas de conversas abertas ao público.

Será a primeira vez que Portugal irá marcar presença naquele que é considerado o mais importante certame literário da Escandinávia.

A Embaixada de Portugal  na Suécia e o Centro de Língua Portuguesa do Instituto Camões são responsáveis pela iniciativa, que envolve também uma recepção no stand de Portugal.

ANTÓNIO LOBO ANTUNES E SIZA VIEIRA CONHECEM-SE EM ESPANHA

 

Duas das mais destacadas figuras da cultura portuguesa, o escritor António Lobo Antunes e o arquitecto Siza Vieira, só se conheceram pessoalmente quinta-feira à noite em Espanha, onde se deslocaram para receber o Prémio Extremadura à Criação.

Os prémios forma entregues na sexta-feira, em Cáceres, por Guillermo Férnandez Vara, presidente da Junta de Extremadura, tendo Siza Vieira recebido o galardão referente à “Melhor Trajectória Artística de Autor Ibero-Americano” e Lobo Antunes o de “Melhor Trajectória Literária de Autor Ibero-Americano”.

Cada um recebeu 42 mil euros e uma escultura do escultor Miguel Sansón.

Para Siza Vieira, que é o primeiro arquitecto a receber a distinção, este é um prémio “inesperado” porque nem sabia da existência do galardão. E mostra-se honrado por ter na essência a distinção de criadores de origem ibero-americana. “A minha relação com Espanha é de gratidão e amizade”, afirmou o arquitecto, que tem em curso o projecto de requalificação entre o Prado e Recolectos, em Madrid.

Receber o prémio juntamente com António Lobo Antunes, que considera “uma grande figura da cultura portuguesa”, é para ele “um extra de satisfação”. O arquitecto e o escritor não se conheciam pessoalmente mas nutrem um respeito mútuo que ficou patente na conferência de imprensa de quinta-feira que antecedeu a entrega dos prémios.

António Lobo Antunes é um confesso admirador da obra do arquitecto e também da pessoa. “Gostei da maneira dele sorrir, do seu olhar e também da delicadeza e isso é importante”, referiu o escritor.

António Lobo Antunes classificou ainda de “provincianismo” a ausência em Portugal de prémios para escritores estrangeiros, o que na sua opinião traria prestígio ao país. “A arte não tem uma pátria, a arte pertence a todos”, acrescentou. E assume a relação “muito complicada” que tem com os prémios de uma maneira em geral, afirmando que os que lhe dão mais prazer são aqueles “em que não recebi um tostão”.

A CONJURA LANÇADA NO BRASIL VINTE DEPOIS DEPOIS DE TER SIDO ESCRITA

Primeira obra de José Eduardo Agualusa e escrita há vinte anos, A Conjura foi finalmente publicada este mês no Brasil.

A sessão de lançamento teve lugar na quinta-feira, dia 3 de Setembro, na Livraria da Travessa, em Ipanema, Rio de Janeiro, e a apresentação do autor e da obra esteve a cargo de Maitê Proença.

Podem ler as entrevistas de José Eduardo Agualusa ao Jornal do Brasil e ao Zero Hora aqui e aqui.

COMEÇA HOJE A MOSTRA INTERNACIONAL DE TEATRO DE OEIRAS

 

Sob o lema da lusofonia, começa hoje a primeira edição da Mostra Internacional de Teatro de Oeiras (Mito), com companhias de Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique e Portugal.

A iniciativa é da Companhia de Actores, residente em Oeiras há cinco anos, e insere-se nas comemorações dos 250 anos do concelho. No total são onze dias de programação, de 3 a 11 de Setembro, e cinquenta e nove espectáculos espalhados por doze espaços.

Segundo António Terra, director artístico do festival, “a ideia de lusofonia é a base do programa deste ano. Queremos mostrar a cultura destes países, cada um com uma forma muito diferente de ver o próprio teatro.”

Em destaque vai estar a peça Chovem Amores na Rua do Matador, do Trigo Limpo Teatro ACERT, nos dias 12 e 13 de Setembro, no Auditório Municipal Eunice Muñoz, construída a partir de dois textos de Mia Couto e José Eduardo Agualusa.

A entrada é livre para todas as peças, sujeita à lotação do espaço.

Pode consultar a programação completa em www.mito-oeiras.com

A BIS NO SEMANÁRIO

A Casa da Rússia pode não ser o romance de espionagem mais famoso de John Le Carré (cujo o troféu vai para O Espião que Saiu do Frio) mas é, seguramente, o mais simbólico de todos, publicado em 1989, o ano da queda do muro de Berlim.


Maria Antonieta é a biografia da última grande rainha francesa, tendo por detrás um exaustivo trabalho de investigação de Antonia Fraser, servindo-se de uma grande quantidade de cartas familiares e outros materiais de arquivo. Foi esta obra que inspirou a actriz e realizadora Sofia Coppola a fazer o seu filme.


Em 1808, o investigador Laurentino Gomes dá-nos uma nova visão da fuga da família real para o Brasil, reabilitando as imagens de D. João VI e até de Carlota Joaquina no Brasil e em Portugal. A obra recebeu, em 2008, o prémio de melhor livro de ensaio da Academia Brasileira de Letras e o Prémio Jabuti de Literatura.

 

Artigo da autoria de Paulo Gaião, publicado no Semanário, no dia 28 de Agosto.

O FIM DA IDADE DA INOCÊNCIA

Não lhe contamos o fim mas revelamos o ponto de partida deste novo livro congeminado por Rita Ferro. Espartilhada pelo impasse da sua vida amorosa e por uma estrutura familiar instável e decadente, Lara troca a cidade do Porto por um emprego temporário num clube de férias numa solarenga ilha brasileira. Por lá, enceta amizades internacionais, que às tantas derivam em promiscuidade sexual. Um suicídio em série coloca um ponto final em tais devaneios que tanto chocaram a comunidade local. E eis que o namorado, que entretanto fora deixado para trás na Invicta, chega à ilha acompanhado de uma delegação de jornalistas. Nesta obra, Rita Ferro "devassa a intimidade feminina para repensar valores como o casamento, a família, a maternidade e a liberdade".

Artigo de Vera Valadas Ferreira, publicado no Especial Verão do Destak, no dia 21 de Agosto.

16 LIVROS IRRESISTÍVEIS PARA INICIAR OS SEUS FILHOS ESTE VERÃO

Os escritores Alice Vieira, Ana Maria Magalhães, Luísa Fortes da Cunha e Álvaro Magalhães recomendam leituras que prometem agarrar as crianças da primeira à última página. As idades são indicativas, os títulos uma escolha subjectiva mas conhecedora.

(...) A máxima aplica-se a este e a todos os outros clássicos para crianças: ler uma e outra vez, mas sempre o original. Mesmo que a “versão Disney” pareça mais fácil, o melhor é não menosprezar as crianças. “Regra geral, retiram aquilo de que os miúdos gostam: a loucura, o nonsense”, defende Alice Vieira. "Este livro tem uma coisa rara, transgride-se tudo: na linguagem, na imaginação. A escrita é de grande qualidade."

 

Podem consultar a lista completa do diário i aqui.

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