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LEYA BIS – LIVROS DE BOLSO

LIVROS DE BOLSO DA COLECÇÃO BIS

LEYA BIS – LIVROS DE BOLSO

LIVROS DE BOLSO DA COLECÇÃO BIS

Chico Buarque em concerto em Portugal

O músico, compositor e escritor Chico Buarque vem a Portugal no segundo semestre deste ano apresentar o seu novo álbum, Chico.

As datas e locais dos concertos ainda não foram confirmadas, mas a sua digressão passou já por Belo Horizonte, Porto Alegre, Novo Hamburgo, Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo.

Em abril, vai apresentar-se em Recife e, no segundo semestre, em Fortaleza, naquela que poderá ser a última paragem do cantor antes de atravessar o Atlântico.

Os últimos concertos de Chico Buarque em Portugal datam de 2006, quando o músico brasileiro trouxe o seu álbum Carioca para Lisboa, Porto e Espinho.

Richard Zimler vai estar hoje em Abrantes em duas sessões abertas ao público

O escritor Richard Zimler vai estar hoje na Biblioteca Municipal António Botto, em Abrantes, em duas sessões abertas ao público.

A partir das 14h30, o romancista apresenta a obra Ilha Teresa para um público mais juvenil, num encontro com jovens no âmbito do Projecto IGNDA – igualdade de género e não discriminação em Abrantes. A apresentação está a cargo da psicóloga Sofia Loureiro, responsável pelo projecto.

À noite, a partir das 21h30, será feita a apresentação do romance Os Anagramas de Varsóvia ao público em geral, numa sessão que será conduzida por Celeste Simão, professora e vereadora na Câmara Municipal de Abrantes.

O Homem Duplicado, de José Saramago, vai ser adaptado para o cinema

Depois de A Jangada de Pedra, A Maior Flor do MundoEnsaio sobre a Cegueira e Embargo, a obra do Nobel de Literatura português, José Saramago, voltará a ser adaptada para o cinema. Agora será a vez de O Homem Duplicado, um thriller onde se abordam questões ligadas à identidade e cuja história se centra num homem que ao rever um filme na televisão encontra um sósia seu.

O Homem Duplicado, publicado em 2002, será adaptado para o grande ecrã pelo realizador canadiano Denis Villeneuve, nomeado para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2011 por Incendies – A Mulher que Canta. Segundo a Variety, o ator Jake Gyllenhaal deverá interpretar os dois papéis principais. A adaptação do livro terá argumento de Javier Gullón. O filme terá como título An Enemy e deverá ser filmado em 2013.

O Evangelho segundo Jesus Cristo será também adaptado para o cinema pelas mãos do português Miguel Gonçalves Mendes, realizador de José & Pilar.

Hoje é o Dia Mundial da Poesia

Ora isto, Senhores, deu-se em Trás-os-Montes,

Em terras de Borba, com torres e pontes.

Português antigo, do tempo da guerra,

Levou-o o destino pra longe da terra.

Passaram os anos, a Borba voltou,

Que linda menina que, um dia, encontrou!

Que linhas fidalgas e que olhos castanhos,

E, um dia, na Igreja correram os banhos.

Mais tarde, debaixo dum signo mofino,

Pela lua-nova, nasceu um menino.

Ó mães dos Poetas! sorrindo em seu quarto,

Que são virgens antes e depois do parto!

Num berço de prata, dormia deitado,

Três moiras vieram dizer-lhe o seu fado

(E abria o menino seus olhos tão doces):

«Serás um Príncipe! mas antes… não fosses.»

Sucede, no entanto, que o Outono veio

E, um dia, ela resolve ir dar um passeio.

Calçou as sandálias, toucou-se de flores,

Vestiu-se de Nossa Senhora das Dores:

«Vou ali adiante, à Cova, em berlinda,

António, e já volto…» E não voltou ainda!

Vai o Esposo, vendo que ela não voltava,

Vai lá ter com ela, por lá se quedava.

Ó homem egrégio! de estirpe divina,

De alma de bronze e coração de menina!

Em vão corri mundos, não vos encontrei

Por vales que fora, por eles voltei.

E assim se criou um anjo, o Diabo, o lua:

Ai corre o seu fado! a culpa não é sua!

Sempre é agradável ter um filho Virgílio,

Ouvi estes carmes que eu compus no exílio,

Ouvi-os vós todos, meus bons Portugueses!

Pelo cair das folhas, o melhor dos meses,

Mas, tende cautela, não vos faça mal…

Que é o livro mais triste que há em Portugal!

Quando Lisboa Tremeu – Domingos Amaral


Quando Lisboa Tremeu

Domingos Amaral


Lisboa, 1755: o Dia de Todos os Santos vai mudar a vida de cinco pessoas para sempre.

Lisboa, 1 de novembro de 1755. A manhã nasce calma na cidade, mas na prisão da Inquisição, no Rossio, irmã Margarida, uma jovem freira condenada a morrer na fogueira, tenta enforcar-se na sua cela. Na sua casa em Santa Catarina, Hugh Gold, um capitão inglês, observa o rio e sonha com os seus tempos de marinheiro. Na Igreja de São Vicente de Fora, antes de a missa começar, um rapaz zanga-se com a mãe porque quer voltar a casa para ir buscar a sua irmã gémea. Em Belém, um ajudante de escrivão assiste à missa, na presença do rei D. José. E, no Limoeiro, o pirata Santamaria envolve-se numa luta feroz com um gangue de desertores espanhóis.

De repente, às nove e meia da manhã, a cidade começa a tremer. Com uma violência nunca vista, a terra esventra-se, as casas caem, os tetos das igrejas abatem, e o caos gera-se, matando milhares. Nas horas seguintes, uma onda gigante submerge o Terreiro do Paço, e durante vários dias incêndios colossais vão aterrorizar a capital do reino.



P.V.P. (c/ IVA): €9,95

Máscaras de Salazar – Fernando Dacosta


Máscaras de Salazar

Fernando Dacosta


“Uma obra decisiva para a compreensão do século XX português.”

Javier García, El País

 

Máscaras de Salazar é a recriação de uma crónica pessoal a partir de testemunhos, de diálogos, de declarações, de conferências, de segredos que Fernando Dacosta teve com vários protagonistas (e opositores) do Estado Novo, inclusive Salazar. Para julgar é preciso compreender. Daí o contributo deste livro, memórias de gerações de pessoas convictas de um desígnio que foi morrendo com elas. É urgente reter a palavra, o testemunho com que influenciaram para sempre o nosso presente e futuro.

 

“Não há nada de semelhante na moderna literatura portuguesa. Fernando Dacosta é um escritor a ser conhecido fora de Portugal.”

Celso de Oliveira, World Literature Today, Universidade de Oklahoma

 

“O mundo dacostiano alcança uma complexidade, uma riqueza e uma dimensão invulgares. Encena, com grande mestria, rupturas que constituem a tragédia nacional portuguesa.”

Patrick Durrer, Universidade de Zurique

 

“Fernando Dacosta tem sido um dos mais significativos intérpretes do universo do chamado Estado Novo, ditadura de fato cinzento e não de uniforme, dirigida por pessoas com formação universitária e não por militares.”

Henrik Nilsson, Svenksa Dagbladet, Suécia

 


P.V.P. (c/ IVA): €9,95

Siddhartha – Hermann Hesse


Siddhartha

Um Poema Indiano
Hermann Hesse


Prémio Nobel de Literatura 1946

 

Siddhartha, filho de um brâmane, nasceu na Índia no século VI a.C. Passa a infância e a juventude isolado das misérias do mundo, gozando uma existência calma e contemplativa. A certa altura, porém, abdica da vida luxuosa, protegida, e parte em peregrinação pelo país, onde a pobreza e o sofrimento eram regra. Na sua longa viagem existencial, Siddhartha experimenta de tudo, usufruindo tanto as maravilhas do sexo, quanto o jejum absoluto. Entre os intensos prazeres e as privações extremas, termina por descobrir “o caminho do meio”, libertando-se dos apelos dos sentidos e encontrando a paz interior. Em páginas de rara beleza, Siddhartha descreve sensações e impressões como raramente se consegue. Lê-lo é deixar-se fluir como o rio onde Siddhartha aprende que o importante é saber escutar com perfeição.

 

“Uma excelente metáfora para aqueles que, além da lufa-lufa diária, buscam a paz de espírito, aquela que não se encontra em mais lado nenhum, nem através de ninguém a não ser de nós próprios.”

Valor

 

“Em Siddhartha, Hermann Hesse procurou entender-se através dos sinais e símbolos que constituem a floresta onde nos perdemos diariamente. A obra é atravessada por páginas de rara beleza».

Expresso

 


P.V.P. (c/ IVA): €5,95

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