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LEYA BIS – LIVROS DE BOLSO

LIVROS DE BOLSO DA COLECÇÃO BIS

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LIVROS DE BOLSO DA COLECÇÃO BIS

Mario Vargas Llosa recebe o Prémio FAES da Liberdade 2012

O escritor peruano  Mario Vargas Llosa foi agraciado recentemente com o Prémio FAES da Liberdade 2012, numa cerimónia realizada em Madrid e que contou com a presença do primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, e do presidente da Fundación para el Análisis y los Estudios Sociales (FAES) e ex-primeiro-ministro de Espanha, José María Aznar.

O galardão visa distinguir uma personalidade pelo seu contributo para a promoção e defesa da democracia e da liberdade no mundo.

Na sua intervenção, o Prémio Nobel de Literatura 2010 criticou duramente o nacionalismo, que considerou ser “o grande inimigo da liberdade no nosso tempo”, realçando que atrai os nostálgicos do fascismo e do comunismo e que se trata da “cultura dos incultos”.

O escritor advertiu que, desaparecidos o fascismo e o comunismo, o nacionalismo é agora o grande adversário da liberdade e que se trata de “uma velha ideologia que renasce periodicamente, aproveitando sobretudo os momentos de crise”.

Vargas Llosa é o quarto distinguido com o Prémio FAES da Liberdade, instituído em 2009 para celebrar os vinte anos da fundação. O rei João Carlos de Espanha, a ex-primeira ministra britânica, Margaret Tatcher, e o presidente de Israel, Shimon Peres, foram os anteriores galardoados.

Exposição “Um Chá para Alice” na Gulbenkian

Celebrar a figura central do clássico Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, através de algumas das mais sugestivas ilustrações contemporâneas é o propósito da exposição “Um Chá para Alice”, patente na Fundação Calouste Gulbenkian desde o dia 1 de novembro.

A exposição reúne uma centena de originais de alguns dos melhores ilustradores contemporâneos – 21 autores de 15 países –, que apresentam o seu olhar único sobre uma obra que sempre constituiu uma inesgotável fonte de inspiração de artistas de todo o mundo: Alice no País das Maravilhas. O eixo central da exposição é o emblemático episódio do chá do Chapeleiro Maluco e da Lebre de Março que inspirou ilustrações tão diversas quantos os autores presentes, e que serão mostradas em mesas desenhadas para o efeito. Serão, ao todo, 21 mesas – uma por cada ilustrador – com formas e alturas distintas, formando uma espécie de lagarta louca, onde todas ilustrações estarão expostas.

A mostra foi estreada este verão no Story Museum, em Oxford, cidade que viu nascer esta narrativa há 150 anos e que veio a tornar-se num dos contos mais universais e intemporais de sempre, hoje traduzido para mais de uma centena de idiomas.

Imaginada por Ju Godinho e Eduardo Filipe, e apoiada pela Fundação Calouste Gulbenkian, a exposição propõe mostrar várias representações visuais contemporâneas deste conto, que teve como primeiro ilustrador o próprio Lewis Carroll, que encheu o manuscrito original de desenhos. A partir daí, sucederam-se as mais diversas ilustrações até aos nossos dias. Algumas das mais notáveis podem ser agora vistas na Fundação até 10 de fevereiro.

Os artistas representados são Alain Gauthier, Lucie Laroche, Nicole Claveloux e Rebecca Dautrement (França), Anthony Browne, Helen Oxenbury e John Vernon Lord (Reino Unido), Chiara Carrer e Lisa Nanni (Itália), Anne Herbauts (Bélgica), Dusan Kallay (Eslováquia), Iban Barrenetxea (Espanha), Joanna Concejo (Polónia), Klaus Ensikat (Alemanha), Lisbeth Zwerger (Áustria), Maggie Taylor (EUA), Narges Mohammadi (Irão), Nelson Cruz (Brasil), Suzy Lee (Coreia do Sul), Teresa Lima (Portugal) e Vladimir Clavijo (Rússia).

As imagens de cada um deles transportam o espectador para uma dimensão paralela ao texto, uma dimensão visual feita de cores, formas, texturas e relações volumétricas. Através da visão e da arte de cada artista o público é levado a revisitar episódios e personagens, a comparar estilos, escolas e técnicas, a reconhecer influências culturais e a descobrir novas interpretações.

A estreita colaboração com a Biblioteca de Munique permite incluir nesta mostra um grande número de edições antigas e modernas deste conto que podem ser consultadas pelo público.

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