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LEYA BIS – LIVROS DE BOLSO

LIVROS DE BOLSO DA COLECÇÃO BIS

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LIVROS DE BOLSO DA COLECÇÃO BIS

Portugal é o país convidado da Feira do Livro de Bogotá

Portugal será, em abril, o país convidado da Feira do Livro de Bogotá, na Colômbia, com uma programação comissariada pelo colombiano Jerónimo Pizarro e que contará com a presença de cerca de vinte escritores lusófonos, anunciou a Lusa.

A escolha de Portugal como país convidado da feira – que decorrerá entre 18 de abril e 1 de maio – tinha sido anunciada no ano passado durante uma visita oficial do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, à Colômbia.

O investigador colombiano Jerónimo Pizarro, especialista na obra de Fernando Pessoa e professor titular da Cátedra de Estudos Portugueses da Universidade dos Andes, em Bogotá, será o comissário da participação portuguesa.

Na feira estará um pavilhão com 3000 metros quadrados, dedicado à literatura portuguesa, com uma livraria que terá obras de novos autores, mas também dos escritores portugueses mais conhecidos na Colômbia: Luís de Camões, Eça de Queirós,  Fernando PessoaJosé Saramago e  António Lobo Antunes.

Entre os escritores que deverão marcar presença em Bogotá estão Valter Hugo Mãe, Vasco Graça Moura, José Eduardo Agualusa, Mia Couto, Nuno Júdice, Inês Pedrosa, Ricardo Araújo Pereira, Afonso Cruz, José Luís Peixoto e Francisco José Viegas. A presença de Pilar del Río, viúva de José Saramago e presidente da Fundação Saramago, também está confirmada.

No âmbito da feira colombiana, está prevista ainda a tradução e publicação de trinta e quatro obras portuguesas, com o apoio do Instituto Camões e da Direção-Geral do Livro, Arquivo e Bibliotecas (DGLAB).

Esta será a segunda vez consecutiva que a língua portuguesa estará em destaque na feira colombiana, depois de o Brasil ter sido o país convidado em 2012.

Quando, no verão passado, foi anunciada a presença de Portugal na feira, a Secretaria de Estado da Cultura explicou que a participação se faria em três eixos: “Venda de livros em língua portuguesa, presença no certame de vários autores portugueses e promoção de Portugal, como destino turístico e de turismo cultural.”

Na altura, o então secretário de Estado, Francisco José Viegas, afirmou que esta seria “uma oportunidade excelente para promoção da cultura portuguesa, de forma transversal, naquela que é a segunda feira do livro mais importante em língua castelhana, logo a seguir à de Guadalajara [no México]”.

Entretanto, as conferências subordinadas à presença de Portugal na Feira do Livro de Bogotá e denominadas “Portugal Moderno” já se iniciaram, tendo as primeiras duas, realizadas a 19 e 26 de fevereiro, sido dedicadas a  Fernando Pessoa. As próximas conferências vão ser: “O Misterioso Mundo de Eça de Queirós” (12 de março), “Saramago, Lugar Único” (19 de março) e “Outras Geografias: o Cinema Português Contemporâneo” (2 de abril).

Antonio Tabucchi é homenageado hoje em Milão

A Universidade de Milão homenageia hoje a memória do lusitanista e escritor Antonio Tabucchi, com uma “jornada de estudos” que reúne naquela cidade italiana diversos especialistas na obra do autor de Afirma Pereira.

O evento, que tem o apoio do Instituto Camões, é uma iniciativa da Cátedra de Literatura Portuguesa e Brasileira da Università degli Studi di Milano.

Considerado um nome maior da literatura europeia, Tabucchi foi professor de Língua e Literatura Portuguesas na Universidade de Siena, em Itália. Da sua bibliografia fazem parte títulos como O Tempo Envelhece DepressaEstá a Fazer-se Cada Vez Mais Tarde e Nocturno Indiano.

Nascido em Pisa em 1943, Tabucchi referia-se sempre a Portugal, que conhecia desde os 22 anos, como o seu “país de adoção”. É autor de ensaios sobre o trabalho de Fernando Pessoa e, com a companheira, Maria José de Lencastre, traduziu e dirigiu a edição italiana dos textos do poeta. Faleceu em Lisboa em março de 2012.

A jornada de estudos em homenagem a Antonio Tabucchi contará com cerca de uma dezena de intervenções subordinadas à análise da sua obra.

Poema Bar dedicado a Fernando Pessoa e Vinicius de Moraes na Fundação Saramago

Fechando o ano de actividades na Fundação José Saramago, e em comemoração dos 90 Anos de José Saramago, a Casa dos Bicos recebe, nos dias 18 e 19 de dezembro, o ator Alexandre Borges e o pianista João Vasco para dois recitais de poemas de Fernando Pessoa e Vinicius de Moraes.

Sob a égide de Vinicius de Moraes e Fernando Pessoa, “Poema Bar” celebra a poesia e a música de Portugal e Brasil. Ao som de canções e harmonias brasileiras e portuguesas, algumas das mais belas palavras destes poetas serão ditas e cantadas pelas vozes do ator Alexandre Borges, acompanhadas pelo piano de João Vasco.

“Poema Bar” foi apresentado em Lisboa, Coimbra, Colónia, Berlim, Rio de Janeiro, Natal, Araçariguama e estado de São Paulo, tendo o sucesso destas apresentações já garantido o regresso do espetáculo a outras cidades destes países. No horizonte estão também novas actuações junto de outras comunidades lusófonas. "Poema Bar” abraça a cultura, vivências e afectos destes povos irmãos, provando que, afinal, o mar nos une mais do que nos separa.

As entradas são pagas, com um custo de €6,00 por pessoa, e o valor resultante da bilheteira reverte na totalidade para a Associação Tempo de Mudar.

Dia do Desassossego nos Quiosques de Refresco

Quem visitar hoje os Quiosques de Refresco poderá ler passagens de O Ano da Morte de Ricardo Reis, numa iniciativa que integra os 90 Anos de José Saramago, Dia do Desassossego, em colaboração com a Fundação José Saramago. A todos os visitantes destes espaços será oferecida uma passagem do livro, uma pequena frase da obra que liga José Saramago a Fernando Pessoa e ambos a Lisboa.

Amanhã, nos 90 anos do nascimento de Saramago, comemora-se o Dia do Desassossego

 Fundação José Saramago institui o dia 16 de novembro, aniversário de Saramago, o Dia do Desassossego e convida os lisboetas a saírem à rua com O Ano da Morte de Ricardo Reis, de José Saramago, e O Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa. As celebrações dos 90 anos de Saramago juntam-se em Lisboa, na Casa dos Bicos, à comemoração do 30.º aniversário da edição do Memorial do Convento, com uma série de eventos.

A partir das 12 horas, atores e atrizes do grupo Éter vão recriar passagens do romance e ouvir-se-ão árias de Domenico Scarlatti cantadas por Jorge Baptista da Silva, num espetáculo dirigido por Vera Barbosa. O teatro de rua ocupará o Campo das Cebolas e a Rua dos Bacalhoeiros, enquanto as figuras do romance, Blimunda, Baltazar, Frei Bartolomeu de Gusmão, Dom João ou a Princesa Maria Bárbara, entre outras, estarão nas janelas e varandas da sede da Fundação, pela mão do pintor José Santa-Bárbara.

Ao mesmo tempo que, pelas ruas de Lisboa, a convite da Fundação, os leitores de Saramago trarão os seus livros para o espaço público, podendo ler trechos em voz alta, ou simplesmente acenar com eles, equilibrá-los em castelos de palavras, mostrá-los, partilhá-los, desassossegando a leitura e os leitores, na sede da Fundação será inaugurada uma exposição de retratos do escritor, da autoria de nove ilustradores portugueses e espanhóis. Esta exposição estará, a partir do mesmo dia, noutros locais da cidade – e não só à superfície, mas também na estação do Metro Aeroporto e na Biblioteca Municipal Palácio das Galveias.

Ao fim da tarde, no Teatro Nacional de S. Carlos, o Requiem de Fauré e a Sinfonia Fantástica de Berlioz serão interpretados num concerto de homenagem a José Saramago. A entrada é gratuita, sujeita à lotação da sala e os bilhetes podem ser levantados no Teatro de São Carlos.

A Fundação acaba também de lançar um novo espaço virtual para comemorar os 90 Anos de José Saramago. Neste blogue estão disponíveis todas as informações sobre as diversas atividades que em vários locais estão a ser preparadas para o aniversário.

O blogue pode ser visitado aqui.

Rita Ferro vence Prémio PEN Narrativa 2012

Com o romance A Menina é Filha de Quem?, editado pela Dom Quixote em outubro de 2011, a escritora Rita Ferro acaba de ser galardoada com o Prémio PEN Narrativa 2012. O júri, composto por Helena Barbas, Artur Anselmo e Fernando Dacosta tomou a decisão por unanimidade, considerando que, com este livro, a autora se debruça “corajosamente sobre uma época e uma geração malditas que contribuíram inevitavelmente para a matriz da nossa identidade”.

Em A Menina é Filha de Quem?, a viagem começa nos anos 50 e Rita Ferro atravessa uma época de obediência em que, apesar do meio artístico em que cresceu, a originalidade não é encorajada. As pessoas que povoam o seu imaginário são conhecidas: Fernanda de Castro, António Ferro, António Quadros, Ruben A., Almada Negreiros, Natália Correia, Ary dos Santos, David Mourão-Ferreira e até Fernando Pessoa. Não é um romance de Rita Ferro, é o romance de Rita Ferro. Por ela, respondem certas memórias: o primeiro amor na Primária, morto aos 7 anos; os namorados de verão; as primas direitas que perdem a vida num desastre brutal; as vezes em que ela própria se cruza com a morte; os avós, o pai e, sobretudo, a mãe, difícil de chorar, pois toda a vida a fez rir.

Rita Ferro nasceu em Lisboa. Estudou Design, especializou-se em Marketing, foi professora de Publicidade e exerceu funções de direção e consultoria em diversas empresas. Iniciou a sua carreira literária em 1990, arriscando um novo tipo de escrita feminina – sensível, intimista, geracional – que, tendo obtido um estrondoso sucesso e revolucionado o mercado literário português, conheceu inúmeros seguidores. Criou um estilo e, com ele, um novo género. Hoje, tendo já transcendido as questões femininas, ou não se esgotando nelas, distingue-se por uma técnica de narração mordaz e cativante, de grande versatilidade. Ao longo de mais de vinte anos, escreveu romances, cartas, biografias, livros de crónicas, literatura infantil e até uma peça de teatro. Além de presença regular na imprensa, foi apresentadora de televisão, cronista na rádio, júri literária e de festivais de cinema, e desenvolveu um curso inédito de Incentivo à Criação Literária, ajudando os candidatos à escrita a desobstruir os censores da consciência e a libertar a imaginação. Em 2009 integrou o conselho consultivo da recém-criada Fundação António Quadros, Cultura e Pensamento, dedicada à memória de seu pai.

Os seus livros estão editados em Espanha, Brasil e Croácia.

Começa hoje o III Encontro de Escritores de Língua Portuguesa no Brasil

Mia Couto, OndjakiGermano AlmeidaInês Pedrosa estão entre os participantes do III Encontro de Escritores de Língua Portuguesa (EELP) no Brasil, que se inicia hoje e termina na quarta-feira, na cidade de Natal.

O evento é promovido pela União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA), a Prefeitura de Natal e a Academia Norte Riograndense de Letras, em torno do património comum a 250 milhões de pessoas: a língua portuguesa.

A programação é subordinada a três temas: “Literatura e Futebol”, “Literatura Infanto-Juvenil” e “Literatura e Oralidade”, e haverá lugar ainda a homenagens a Fernando Pessoa e Jorge Amado.

Mais informações sobre o EELP em www.eelpnatal.com.br.

Antonio Tabucchi homenageado pelo Instituto Italiano de Cultura no dia em que completaria 69 anos

O escritor Antonio Tabucchi, falecido em março, em Lisboa, vai ser homenageado hoje, no dia em que completaria 69 anos, pelo Instituto Italiano de Cultura, numa sessão com a presença de escritores e artistas.

De acordo com a entidade, a homenagem ao romancista, crítico e professor italiano decorrerá a partir das 19h00, no Instituto Italiano de Cultura de Lisboa (ICC).

Na sessão estarão presentes para apresentar testemunhos sobre Antonio Tabucchi, a professora Maria José de Lancastre, o artista Davide Benati, o escritor Andrea Bajani e a professora Clelia Bettini.

Davide Benati vai expor algumas das suas obras que inspiraram Tabucchi nos seus livros, e os outros convidados lerão textos de homenagem ao escritor italiano, nascido em Pisa, a 24 de setembro de 1943, e falecido em Lisboa, a 25 de março de 2012.

"Foi um dos melhores escritores contemporâneos e um intelectual rigoroso e apaixonado. Grande conhecedor da língua e da cultura de Portugal, ocupou-se especialmente de traduzir o escritor Fernando Pessoa", sublinha, numa nota, o IIC.

Professor de Língua e Literatura Portuguesa desde 1973 na Universidade de Bolonha, depois em Génova e Siena, vivia entre Itália e Portugal, o seu país de adoção, onde veio a falecer. Tinha adquirido nacionalidade portuguesa em 2004.

Entre outros, escreveu Nocturno Indiano (1984), que recebeu o Prémio Médicis em 1987, Pequenos Equívocos sem Importância (1985), O Fio do Horizonte (1986), Os Voláteis do Beato Angelico (1987), Chamam ao Telefone o Senhor Pirandello (1988), O Anjo Negro (1991), Sonhos de Sonhos (1992), Os Três Últimos Dias de Fernando Pessoa (1994), A Cabeça Perdida de Damasceno Monteiro (1997), Está a Fazer-se Cada Vez Mais Tarde (2001), Tristano Morre (2004) e O Tempo Envelhece Depressa (2009).

O livro Afirma Pereira (1994) recebeu o Prémio Internacional Jean Monnet em 1995, e Requiem (1992), escrito em português, foi premiado pelo Pen Club.

Com Maria José de Lencastre dirigiu e traduziu a edição italiana das obras de Fernando Pessoa, sobre o qual escreveu vários ensaios (Un baule pieno di gente, 1990) e traduziu a poesia de Carlos Drummond de Andrade (Sentimento del Mondo, 1987).

Nocturno Indiano e Afirma Pereira foram adaptados para o cinema.

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