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LEYA BIS – LIVROS DE BOLSO

LIVROS DE BOLSO DA COLECÇÃO BIS

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LIVROS DE BOLSO DA COLECÇÃO BIS

J. M. COETZEE VENCE PRÉMIO DAS ARTES DA AUSTRÁLIA DO SUL

O escritor J. M. Coetzee, nascido na África do Sul e cidadão australiano desde 2006, venceu o Prémio das Artes na edição deste ano dos Prémios Australianos do Sul.

Distinguido com o Prémio Nobel de Literatura 2003 e galardoado por duas vezes com o Booker Prize com A Vida e o Tempo de Michael K (1983) e Desgraça (1999), J. M. Coetzee é professor da Universidade de Adelaide, no estado da Austrália do Sul, desde 2002.

Foi nomeado doutor honoris causa pela mesma universidade em 2005 e, recentemente, deu o seu nome ao novo centro J. M. Coetzee de Prática Criativa da Universidade de Adelaide.

Os Prémios Australianos do Sul foram apresentados numa cerimónia especial na Câmara Municipal de Adelaide na quinta-feira à noite pelo presidente da autarquia, Stephen Yarwood.

Organizados pela Advantage SA, com o apoio do governo do estado da Austrália do Sul, estes prémios visam distinguir indivíduos e organizações com um historial de excelência e que tenham tido um impacto positivo no estado.

HERÓIS DE SHAKESPEARE E COETZEE CRUZAM-SE NO PALCO DO CCB

O espetáculo Contos Africanos a partir de Shakespeare, que cruza Rei Lear, Otelo e O Mercador de Veneza com textos do Nobel de Literatura sul-africano J. M. Coetzee e outros, estreia hoje, às 19h00, em Portugal, no Centro Cultural de Belém (CCB).

Encenado pelo polaco Krzysztof Warlikowski – cujo teatro foi já descrito como “um laboratório de verdade” –, este espetáculo chega a Lisboa após a estreia na Bélgica, em Liège, no início de outubro, no âmbito do projeto teatral PROSPERO, que reúne seis instituições europeias, uma das quais o CCB, em torno do objetivo do desenvolvimento da criação europeia.

Depois de encenar mais de uma dezena de textos de Shakespeare, Warlikowski resolveu criar a sua própria visão de um herói shakespeariano, baseando-se em três personagens das peças Otelo, O Mercador de Veneza e Rei Lear, cuja desgraça os torna parecidos com deuses em sofrimento.

E, mantendo-se fiel à sua tendência para juntar num mesmo espetáculo textos de diferentes autores, decidiu comparar estes heróis – Otelo (o Negro), Shylock (o Judeu) e Lear (o Velho) – com os dos romances do sul-africano Coetzee, cuja obra tem como principais temas a segregação, as desigualdades sociais de base racial e a violência, para expor uma visão do Homem arrancando a si mesmo experiências no limite da dor.

Além das obras de Shakespeare já citadas, foram nele utilizados o romance Verão, de J. M. Coetzee, e três monólogos escritos por Wajdi Mouawad – O Sexo de Portia, O Ombro de Desdémona e Cordelia, sendo ainda citadas as seguintes: Soul on Ice, de Eldridge Cleaver, No Coração desta Terra e O Homem Lento, de J. M. Coetzee, Divina Comédia, de Dante, e As Benevolentes, de Jonathan Littell.

Um espetáculo para maiores de 16 anos, com duração de 4 horas e meia e dois intervalos, Contos Africanos a partir de Shakespeare repete no sábado, no grande auditório do CCB, às 19h00.

UNIVERSIDADE DO TEXAS ADQUIRE ESPÓLIO PROFISSIONAL DE J. M. COETZEE

O Centro Harry Ransom da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, vai albergar o espólio profissional de J. M. Coetzee, permitindo ao público ter um raro vislumbre da obra do escritor.

Adquirida por 1,5 milhões de dólares (1,087 milhões de euros), usando donativos privados e fundos da universidade, a coleção inclui 155 caixotes com manuscritos, cadernos de notas, ensaios, discursos e cartas aos seus editores, datando desde 1956.

J. M. Coetzee nasceu na Cidade do Cabo, na África do Sul, em 1940, e concluiu o douturamento em Inglês, Linguísticas e Línguas Germânicas na Universidade do Texas em 1965. Em 2003, foi galardoado com o Prémio Nobel de Literatura. Foi o primeiro autor a ser distinguido por duas vezes com o Booker Prize, com A Vida e o Tempo de Michael K (1983) e Desgraça (1999).

“A minha associação à Universidade do texas já tem quase meio século”, afirmou J. M. Coetzee, que vive atualmente em Adelaide, na Austrália, à AP. “É uma grande satisfação saber que os meus papéis vão encontrar um lar no Centro Ransom, uma das maiores instituições de investigação do mundo.”

PRÉMIO NOBEL DE LITERATURA ANUNCIADO NA QUINTA-FEIRA


O prémio Nobel de Literatura 2011 será anunciado esta quinta-feira, ao meio-dia (hora de Portugal continental), pela Academia Sueca, na sua sede em Estocolmo.

Entre os laureados, contam-se Mario Vargas Llosa (2010), J. M. Coetzee (2002), José Saramago (1997), William Golding (1983) e Gabriel García Márquez (1982), todos eles editados pela BIS.

Podem ver na íntegra o documentário sobre o Prémio Nobel de Literatura 2010 aqui.

J. M. COETZEE NO LISBON & ESTORIL FILM FESTIVAL

O escritor sul-africano J. M. Coetzee vai integrar o júri do Lisbon & Estoril Film Festival, que decorre de 4 a 13 de novembro, em Lisboa e Cascais.

O júri será também composto pelos escritores Paul Auster, Siri Hustvedt, Peter Handke, Don DeLillo, pelo realizador Luca Guadagnino, o músico Gidon Kremer e o artista plástico português José Barrias.

O festival, criado pelo produtor Paulo Branco abrirá com os filmes Nos Idos de Março, de George Clooney, e Restless, de Gus Van Sant, e encerrará com La piel que habito, o mais recente filme de Pedro Almodóvar.

Terá também lugar uma exposição de fotografias inéditas do realizador alemão Wim Wender, com Portugal como tema central.

A atriz e cantora Sophie Auster, filha de Paul Auster e Siri Hustvedt, marcará também presença com um concerto.

O ministro da Cultura de França, Frédéric Mitterrand, estará no festival a propósito de um simpósio sobre direitos de autor e Internet.

A competição deste ano contará com doze longas-metragens, sendo que a lista só será divulgada em outubro.

O festival preparou também quatro homenagens na área do cinema, organizando retrospetivas das obras de William Friedkin, Leos Carax, Wes Anderson e Aleksei Guerman.

Para mais informações sobre o Lisbon & Estoril Film Festival, consulte o site oficial aqui.

DESGRAÇA – J. M. COETZEE


Desgraça
J. M. Coetzee

 

Prémio Nobel de Literatura 2003

Verdades que penetram até ao osso.

Desgraça é muito mais do que um relato social: é um relato de sobrevivência pessoal numa sociedade decadente. Passado na África do Sul pós-apartheid, este romance sincero e despudorado centra-se em David Lurie, professor universitário na Cidade do Cabo, de meia-idade, divorciado, que divide o seu tempo entre o desânimo das aulas e as satisfações momentâneas que encontra numa prostituta. Quando esta o deixa de atender, David desvia as atenções para uma jovem aluna, começando uma aventura sexual que, quando tornada pública, o leva ao despedimento e à humilhação.

P.V.P. (c/ IVA): 7,50€

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