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LEYA BIS – LIVROS DE BOLSO

LIVROS DE BOLSO DA COLECÇÃO BIS

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A Coragem e o Pessimismo – ópera para crianças com libreto de Gonçalo M. Tavares no Campo Pequeno e no Europarque

"A partir dos Lusíadas, de Luís de Camões, relata-se a aventura das Descobertas Portuguesas. Mas aqui, nesta aventura, a personagem principal chama-se A Coragem.
Esta é, pois, a história dos perigos por que passa a viagem da Senhora Coragem, perigos e aventuras relatados.. por O Poeta – Camões, pois claro.
Os perigos da viagem são personificados pela personagem A Monstra, que, afinal, não é tão má como parece – como se vê no desenlace.
A Senhora Coragem vence a Monstra e, mais do que tudo, ignora e vence O Pessimista. Ultrapassando doenças e tempestades consegue concluir, com sucesso, a viagem – e descobre assim um novo mundo. É O Poeta – Camões – que relata e celebra este grande acontecimento.
No final, O Poeta lembra que, quem levar consigo O Pessimismo, nunca chegará ao outro lado."
Produção: Foco Musical
Música: Jorge Salgueiro
Libreto: Gonçalo M. Tavares

– Campo Pequeno, Lisboa, 14 de março de 2012 | 10h30 e 14h30.
– Europarque, Santa Maria da Feira, 21 de março de 2012 | 09h30, 11h00 e 14h00.

Antonio Skármeta vence Prémio Plácido Domingo por O Carteiro de Pablo Neruda

O escritor chileno  Antonio Skármeta recebeu no domingo o Prémio Plácido Domingo 2012 em reconhecimento do seu romance O Carteiro de Pablo Neruda, publicado em 1985, transposto para o cinema em 1994 e adaptado para ópera lírica em 2010 pela Ópera de Los Angeles.

Antonio Skármeta, de setenta e um anos, recebeu o galardão das mãos do próprio tenor espanhol, num jantar de gala organizado pela Hispanics for Los Angeles Opera, entidade promotora do prémio, e realizado no Dorothy Chandler Pavilion, em Los Angeles.

“Até agora este prémio tinha sido dado apenas a tenores, maestros e compositores, mas nunca a um escritor.”, declarou Plácido Domingo à agência EFE.

O tenor explicou que o nome de Skármeta surgiu após “o enorme êxito” de Il Postino, título da ópera estreada em 2010 en Los Angeles e que já passou por Viena, Paris e México.

“É um prémio muito bonito e pouco usual”, afirmou Antonio Skármeta, consciente da particularidade de um escritor ser homenageado por uma associação lírica.

“Agradeço também que, durante a cerimónia, Plácido Domingo não me tenha pedido para cantar”, brincou o escritor, realçando que se sente bastante impressionado por este “casamento entre a literatura e a ópera”.

ÓPERA O GATO DAS BOTAS ESTREIA AMANHÃ NO TEATRO CAMÕES

Uma versão “extremamente simples, mas deliciosa”, cantada em português, é como o maestro João Paulo Santos descreve a ópera O Gato das Botas, que estreia amanhã no Teatro Camões, em Lisboa.

Escrita pelo catalão Xavier Montsalvatge na década de 1940, baseada no conto homónimo de Charles Perrault, a ópera destina-se ao público infantil, tem pouco mais de uma hora de duração e conta com “momentos poéticos, sérios, de ballet, duetos, árias e momentos descritivos”, disse à agência Lusa o maestro João Paulo Santos.

“A preocupação era fazer uma coisa direta e não a de que estávamos a fazer uma coisa filosófica ou complicada, daí que tenhamos procurado um tom muito natural e direto o tempo todo do espetáculo», acrescentou o diretor musical.

Xavier Montsalvatge "não abdicou em nada da sua linguagem pessoal, apesar de ter usado sempre formas curtas para contar a história de modo a não saturar as crianças", referiu João Paulo Santos.

Com encenação de Emilio Sagi, a ópera que sobe agora ao palco do Teatro Camões tem versão portuguesa do maestro César Viana e conta com cenografia e figurino da designer de moda Agatha Ruiz de la Prada, uma vez que se trata de uma versão da produção estreada em 2005 no Teatro Real de Madrid, em Espanha.

O espetáculo conta com a participação de uma orquestra de câmara com cerca de vinte elementos, com instrumentistas da Orquestra Sinfónica Portuguesa, cinco cantores e quatro bailarinos.

No papel de gato vai estar Ana Franco, no de princesa Lara Martins, cabendo a João Merino a interpretação de moleiro e a João Oliveira o de ogre.

A ópera estreia às 16h00 de sábado e conta com récitas nos dias 11, 17 e 18, à mesma hora, nos dias 13 e 22, às 20h00, e no dia 20 às 21h00.

Nos dias 14 e 16 haverá espetáculos para escolas, às 15h00, e no dia 21, às 11h00, também para escolas. No dia 20 de dezembro haverá também espetáculo, constituindo este a Gala de Natal da Fundação EDP.

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