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LEYA BIS – LIVROS DE BOLSO

LIVROS DE BOLSO DA COLECÇÃO BIS

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LIVROS DE BOLSO DA COLECÇÃO BIS

Colóquio internacional sobre Alves Redol em Lisboa e Vila Franca de Xira

O colóquio internacional intitulado “Alves Redol e as Ciências Sociais – A literatura e o real, os processos e os agentes” decorre a partir de hoje e até sexta-feira na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, e no sábado no Museu do Neorrealismo, em Vila Franca de Xira.

No sábado, o colóquio arranca em Vila Franca de Xira às 10h30 sob o mote “O Romance do Tejo”. Domingos Morais falará da “Música da borda d'água nos textos e imagens de Alves Redol”. Segue-se Filomena Sousa com “Ribatejo. As falas da terra e as falas do rio”. João Serrano abordará os factores identitários da cultural avieira. A conferência de encerramento está marcada para as 12h00 com Fernando Oliveira Baptista: “Alves Redol, os camponeses e o mundo novo”. Às 15h00 decorre um passeio pelo Ribatejo de Redol em colaboração com a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira.

O objetivo deste colóquio é convocar investigadores de ciências sociais e humanas para olhar para Alves Redol – o homem, a obra e a sua produção –, bem como para as conjunturas nacionais e internacionais que se refletem nos contextos tratados nos seus livros.

Pode consultar o programa completo aqui.

Exposição Jorge Amado e o Neorrealismo Português em Vila Franca de Xira

É inaugurada amanhã, pelas 16h00, a exposição bibliográfica “Jorge Amado e o Neorrealismo Português”, no Museu do Neorrealismo, em Vila Franca de Xira, integrada nas comemorações do centenário do escritor brasileiro.

A receção inicial dos romances de Jorge Amado em Portugal decorreu essencialmente em revistas literárias influenciadas pelo neorrealismo, como O Diabo e Sol Nascente, sobretudo entre 1937 e 1940. Mário Dionísio, Joaquim Namorado, António Ramos de Almeida e outros salientaram logo a capacidade amadiana de representação ficcional do movimento dialético da vida, a brasilidade das personagens, dos ambientes e da linguagem, a potencialidade da universalização dos conflitos materiais e morais postos em cena, e o entrosamento do lirismo e da prosa.

Porém, as maiores provas do prestígio simbólico de que Jorge Amado desfrutou entre os nossos pares nem sequer veio da crítica literária, mas sim da própria prática intertextual dos nossos primeiros romances neorrealistas. Em Gaibéus (1939), Alves Redol abria com um prefácio que retomava o veio documental e “antiliterário” do de Cacau, representava um mundo relativamente parecido de trabalhadores rurais e tomava emprestado do baiano o procedimento da reiteração. Tal prestígio simbólico encontrou uma contrapartida do lado do romancista baiano, que não só publicou textos a exaltar o labor ficcional de Soeiro Pereira Gomes ou Fernando Namora, mas também manteve relações pessoais e literárias duráveis com Mário Dionísio ou Alves Redol.

Na transição do inicial compromisso comunista ao lastro mais democrático da intervenção cívica contra a ditadura salazarista e ao sucesso mediático de Gabriela, já depois do 25 de abril de 1974, Jorge Amado foi construindo uma imagem aberta e plural que o tornou conhecido do grande público português. Nesta exposição regista-se sobretudo as conexões literárias entre Jorge Amado, o neorrealismo e os neorrealistas, sem dúvida das mais relevantes que o escritor baiano estabeleceu em Portugal.

Obra e vida de Alves Redol em exposição na CCDR Algarve

A exposição Alves Redol – Centenário do Nascimento encontra-se patente desde 13 de julho até dia 14 de agosto na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, em Faro. Na mostra documental itinerante, cedida pelo Museu do Neorrealismo, de Vila Franca de Xira, terra natal de Alves Redol, é possível percorrer as várias etapas da vida e obra do escritor, considerado um dos expoentes máximos do neorrealismo português.

Fotografias, cartas, apontamentos, desenhos, cartazes, artigos jornalísticos e excertos de livros são alguns dos materiais que podem ser vistos na exposição comemorativa do centenário de Alves Redol, aberta ao público nos dias úteis de segunda a sexta-feira.

Essencialmente reconhecido como escritor do neorrealismo português, Alves Redol, nascido a 29 de dezembro de 1911, estreia-se na literatura com o romance Gaibéus, de 1939, obra centrada nas gentes do Alto Ribatejo e Beira Baixa, que relata vidas “alugadas” no desempenho de um extenuante trabalho rural, agravado pelas longas viagens percorridas para a obtenção de parcos dividendos.

Acérrimo defensor dos direitos das classes operárias, Alves Redol colabora em diversas publicações ideologicamente opostas ao Estado Novo, como O Diabo e o Sol Nascente, com abrangência nacional, mas também em vários títulos da imprensa local.

Exposição sobre o impacto da obra de Jorge Amado em Portugal é inaugurada hoje na Biblioteca Nacional

Uma exposição sobre o impacto da obra de Jorge Amado em Portugal abre hoje ao público na Biblioteca Nacional, em Lisboa, no âmbito do centenário do nascimento do escritor brasileiro.

“Jorge Amado em Portugal” é o título desta exposição que ficará patente na Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) até 7 de setembro, realizada por iniciativa da própria entidade.

Em declarações esta semana à agência Lusa, o comissário da exposição, Luís Augusto Costa Dias, referiu que o material apresentado, nomeadamente livros e revistas, é proveniente da BNP, exceto um filme documental cedido pela RTP, e documentos do processo que a polícia política do regime de Oliveira Salazar chegou a fazer sobre Jorge Amado (1912-2001).

Esses documentos, cedidos pela Torre do Tombo, contêm ainda um texto escrito por Jorge Amado em defesa da libertação de Álvaro Cunhal, então líder do PCP, que tinha sido publicado na clandestinidade pelo jornal Avante.

De acordo com o comissário, a exposição sobre Jorge Amado apresenta “os modos de receção da sua obra no nosso país, desde o primeiro impacto intelectual, de contornos polémicos, nos anos trinta do século XX, à projeção mediática que correspondeu à divulgação através de famosas séries televisivas e a passagem pelo cinema, após os anos setenta”.

Quando foi editado O País do Carnaval (1931), Jorge Amado foi recebido como o escritor do “romance social”, tal como o artista plástico brasileiro Cândido Portinari na pintura.

Após a edição da obra Gabriela, Cravo e Canela (1958) e a sua “fulgurante projeção em todo o mundo, a ‘higiene’ policial abriu a fresta das edições em Portugal”, durante anos censuradas.

O romance foi publicado em 1960 sob impulso do editor português Lyon de Castro (1914-2012) e o envolvimento do escritor Alves Redol (1911-1969), e permitiu a vinda do escritor ao nosso país em 1966.

A partir dessa data, dá-se uma multiplicação de edições e tiragens, que permitiu uma receção pública mais alargada, mas foi sobretudo após o 25 de Abril de 1974 que toda a obra de Jorge Amado conheceu edição integral, reforçada e alargada com a adaptação de alguns dos romances a séries televisivas e ao cinema.

A telenovela Gabriela, estreada em Portugal em 1977, e o filme Dona Flor e Seus Dois Maridos, de Bruno Barreto, exibido nas salas, na mesma época, são dois exemplos nesse processo.

Dia 13 – Ganhe um livro por dia na Feira do Livro… e um vale de desconto para a compra de outro!

A BIS promove este ano um passatempo especial durante a Feira do Livro de Lisboa: oferecemos um livro por dia a partir do dia 24 de abril até 12 de maio e um desconto de €2,00 para a compra de qualquer livro da BIS.

Oferecemos hoje o décimo terceiro livro, Gaibéus, de Alves Redol.

Não perca os próximos livros em bisleya.blogs.sapo.pt ou em www.facebook.com/leya.bis.


– O passatempo decorre até ao fim do dia de hoje
– Só é permitida uma participação por pessoa, morada e e-mail
– Só são aceites participações de residentes em Portugal Continental e Ilhas
– Participações com respostas incorretas ou dados incompletos serão eliminadas
– O vencedor será sorteado aleatoriamente entre todas as participações corretas e completas, sendo posteriormente contactado pela BIS
– Os vencedores terão de ir levantar o prémio no stand da BIS na Praça LeYa da Feira do Livro de Lisboa

Exposição "Alves Redol no Douro" inaugurada hoje

A Direção Regional de Cultura do Norte, em colaboração com a Câmara Municipal de São João da Pesqueira, inaugura hoje, (sexta feira) às 18h30, a exposição “Alves Redol no Douro”.

A exposição vai estar em exibição até ao dia 8 de Abril na Biblioteca Municipal local.

A exposição “Alves Redol no Douro” segue depois para Armamar. Durante todo este ano, Alves Redol poderá, ainda, ser revisitado, à luz da sua produção literária sobre o Douro, nas seguintes localidades: Torre de Moncorvo, Mesão Frio, Santa Marta de Penaguião, Montalegre, Alijó, Vila Nova de Foz Côa, Vila Real, Baião, Porto, Sabrosa, Lamego, Tabuaço, Murça, Peso da Régua, Vila Flor e Carrazeda de Ansiães.

António Alves Redol (29 de dezembro de 1911-29 de novembro de 1969) ficou para a história como um dos expoentes máximos do neorrealismo português, movimento que conta com um museu na cidade onde o escritor nasceu, Vila Franca de Xira.

Começou a trabalhar cedo e foi para Angola aos dezasseis anos, em busca de melhores condições de vida. Regressou três anos depois, juntou-se ao Movimento de Unidade Democrática (MUD), opositor do Estado Novo, e filiou-se no Partido Comunista.

Foi responsável pela introdução em Portugal do neorrealismo, com o romance Gaibéus (1939), nome que designava os camponeses da Beira que iam para o Ribatejo fazer a ceifa do arroz, na primeira metade do século XX.

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