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LEYA BIS – LIVROS DE BOLSO

LIVROS DE BOLSO DA COLECÇÃO BIS

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Prémio Nobel de Literatura é anunciado hoje – acompanhe aqui em direto

O prémio Nobel de Literatura 2013 será anunciado hoje, ao meio-dia (hora de Portugal continental), pela Academia Sueca, na sua sede em Estocolmo.

Entre os favoritos na casa de aposta Ladbrokes estão os autores da BIS Haruki Murakami (4/1),  Milan Kundera (25/1), Philip Roth (33/1), Salman Rushdie (40/1), o moçambicano  Mia Couto (100/1) e o português  António Lobo Antunes (100/1).

Pode conferir todas as apostas aqui.

Entre os laureados, contam-se  Mario Vargas Llosa (2010), J. M. Coetzee (2002),  José Saramago (1997), William Golding (1983), Gabriel García Márquez (1982) e Hermann Hesse (1946), todos eles editados pela BIS.

Haruki Murakami está à frente nas apostas para o Prémio Nobel de Literatura 2012

O escritor japonês Haruki Murakami surge à frente nas apostas para o Prémio Nobel de Literatura 2012, com a Ladbrokes a pagar 10 euros por cada euro apostado no autor.

Eterno candidato ao Nobel, Haruki Murakami é, cada vez mais, um autor de culto, lido por todas as gerações e procurado com especial curiosidade pelos leitores mais jovens. É um dos escritores japoneses contemporâneos mais divulgados em todo o mundo sendo, simultaneamente, aplaudido pela crítica, que o considera um dos “grandes romancistas vivos” (The Guardian) e a “mais peculiar e sedutora voz da moderna ficção” (Los Angeles Times).

Em setembro, a Casa das Letras publica o 3.º volume de 1Q84.

Entre os favoritos ao Nobel encontram-se também diversos autores da BIS, como o norte-americano Philip Roth (16/1), o português António Lobo Antunes (50/1), o indo-britânico Salman Rushdie (66/1) e o escritor checo naturalizado francês Milan Kundera (66/1).

O Prémio Nobel de Literatura vai ser anunciado pela Academia Sueca no início de outubro.

Entre os laureados, contam-se  Mario Vargas Llosa (2010), J. M. Coetzee (2002),  José Saramago (1997), William Golding (1983), Gabriel García Márquez (1982) e Hermann Hesse (1946), todos eles editados pela BIS.

Pode conferir todas as apostas aqui.

Hermann Hesse faleceu há 50 anos

Hermann Hesse nasceu a 2 de julho de 1877, na Alemanha, e morreu a 9 de agosto de 1962 na Suíça, onde se refugiou durante a Primeira Guerra Mundial e adquiriu a nacionalidade em 1923. Em 1946 foi distinguido com o Nobel de Literatura. É considerado um verdadeiro escritor de culto, uma referência universal ancorada na exaltação que faz do indivíduo e na celebração de um certo misticismo oriental. Uma visita à Índia fê-lo descobrir uma cultura e modos de sentir que o fascinaram: Siddhartha, publicado em 1922, é o resultado prático dessa experiência.

Vencedores do passatempo BIS

Em que ano se deu o terramoto que devastou Lisboa?

Resposta certa: 1755

Em que ano Hermann Hesse ganhou o Prémio Nobel de Literatura?

Resposta certa: 1946

Em que ano Salazar assumiu pela primeira vez a pasta das Finanças?

Resposta certa: 1926

Vencedores:

18 – Luís Filipe Cardoso Vieira Pereira Gomes

57 – António Pereira Silva

128 – José Oliveira

Parabéns aos vencedores e obrigado a todos os participantes.

Siddhartha – Hermann Hesse


Siddhartha

Um Poema Indiano
Hermann Hesse


Prémio Nobel de Literatura 1946

 

Siddhartha, filho de um brâmane, nasceu na Índia no século VI a.C. Passa a infância e a juventude isolado das misérias do mundo, gozando uma existência calma e contemplativa. A certa altura, porém, abdica da vida luxuosa, protegida, e parte em peregrinação pelo país, onde a pobreza e o sofrimento eram regra. Na sua longa viagem existencial, Siddhartha experimenta de tudo, usufruindo tanto as maravilhas do sexo, quanto o jejum absoluto. Entre os intensos prazeres e as privações extremas, termina por descobrir “o caminho do meio”, libertando-se dos apelos dos sentidos e encontrando a paz interior. Em páginas de rara beleza, Siddhartha descreve sensações e impressões como raramente se consegue. Lê-lo é deixar-se fluir como o rio onde Siddhartha aprende que o importante é saber escutar com perfeição.

 

“Uma excelente metáfora para aqueles que, além da lufa-lufa diária, buscam a paz de espírito, aquela que não se encontra em mais lado nenhum, nem através de ninguém a não ser de nós próprios.”

Valor

 

“Em Siddhartha, Hermann Hesse procurou entender-se através dos sinais e símbolos que constituem a floresta onde nos perdemos diariamente. A obra é atravessada por páginas de rara beleza».

Expresso

 


P.V.P. (c/ IVA): €5,95

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