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LEYA BIS – LIVROS DE BOLSO

LIVROS DE BOLSO DA COLECÇÃO BIS

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Exposição de fotografias de João Francisco Vilhena em Setúbal

A exposição "Polaroides&poemas – As imagens das palavras" de João Francisco Vilhena é inaugurada hoje, às 22h00, na Casa da Cultura de Setúbal.

A mostra de fotografias tem curadoria de José Teófilo Duarte e ficará patente até 7 de março, na rua Detrás da Guarda, 8.

João Francisco Vilhena é o autor de uma conhecida série de fotografias de José Saramago em Lanzarote, uma das quais está reproduzida no convite para a inauguração desta exposição.

Nascido em 1965, abandonou o curso de Economia para se dedicar à fotografia. Começou na revista Ler e lembra-se do primeiro retrato que fez então – o escritor Manuel da Fonseca, "numa taberna alentejana, imperiais e uma feijoada, e o Manuel cheio de histórias e alegria", como contou em entrevista à revista digital Storm. Permaneceu na Ler largos anos, foi editor de fotografia no Independente e no Sol, e é coautor de vários livros, entre os quais Casas d'Escritas (com Paula Ribeiro), Pátios de Lisboa (com Ana Cristina Leite), Faróis (com Regina Louro), Atlântico (com Pedro Rosa Mendes), Sétima Legião (com Nuno Miguel Guedes) e Beija-me (com Patrícia Reis).

Crato homenageia hoje Manuel da Fonseca

A Câmara Municipal do Crato promove hoje, pelas 18h00, na Biblioteca Municipal, uma sessão dedicada à vida e obra de Manuel da Fonseca, com a presença de Paulo Sucena, professor, crítico literário e escritor.

Esta sessão encerrará a exposição de pintura em homenagem a Manuel da Fonseca, inserida nas comemorações do centenário do seu nascimento (1911-2011), e que esteve patente na Biblioteca Municipal do Crato desde o dia 31 de julho.

Sessão sobre a reedição das obras de Alves Redol e Manuel da Fonseca pela Editorial Caminho no Museu do Neorrealismo

Ao longo de 2011 e no âmbito dos Centenários de Nascimento dos escritores Alves Redol e Manuel da Fonseca, a Editorial Caminho promoveu a reedição da obra de ambos, contribuindo assim para uma ampla divulgação do legado literário de dois dos mais importantes autores da literatura portuguesa contemporânea.

Com o objetivo de ser abordada a relevância desta iniciativa editorial, o Museu do Neorrealismo – que, graças à parceria estabelecida com a Editorial Caminho, tem também disponibilizado, na sua livraria, as obras em apreço – realiza, no sábado, pelas 16h00, uma Sessão de Auditório, com as presenças de Helena Alves, por parte da editora, e de António Mota Redol, filho do escritor Alves Redol.

António Alves Redol (29 de dezembro de 1911-29 de novembro de 1969) ficou para a história como um dos expoentes máximos do neorrealismo português, movimento que conta com um museu na cidade onde o escritor nasceu, Vila Franca de Xira.

Começou a trabalhar cedo e foi para Angola aos dezasseis anos, em busca de melhores condições de vida. Regressou três anos depois, juntou-se ao Movimento de Unidade Democrática (MUD), opositor do Estado Novo, e filiou-se no Partido Comunista.

Foi responsável pela introdução em Portugal do neorrealismo, com o romance Gaibéus (1939), nome que designava os camponeses da Beira que iam para o Ribatejo fazer a ceifa do arroz, na primeira metade do século XX.

Manuel da Fonseca nasceu em Santiago do Cacém, em 15 de outubro de 1911, mas cedo veio para Lisboa, onde iniciou a sua atividade literária. Poeta, romancista, contista e cronista, toda a sua obra é atravessada pelo Alentejo e o seu povo. Ligado ao neorrealismo, evoluiu no sentido de um regionalismo crescente, ligado ao seu Alentejo natal, retratando o povo desta região e a miséria por ele sofrida. Contestatário e observador por natureza, a sua escrita era seguida de perto pela censura. Faleceu a 11 de março de 1993, com 81 anos.

CONFERÊNCIAS SOBRE ALVES REDOL E MANUEL DA FONSECA NO BARREIRO

O auditório da Biblioteca Municipal do Barreiro acolhe, hoje, pelas 21h30, as conferências sobre neorrealismo “Manuel da Fonseca: Poesia e Narrativa”, por Manuel Gusmão, e “Alves Redol: A Escrita contra a Sujeição”, por Domingos Lobo.

A iniciativa é promovida pela Câmara Municipal do Barreiro e contempla a leitura de excertos de textos destes dois escritores, cujos centenários dos seus nascimentos se comemoram este ano.

Está, ainda, previsto um momento musical com o grupo coral alentejano Os Amigos do Barreiro.

António Alves Redol (29 de dezembro de 1911-29 de novembro de 1969) ficou para a história como um dos expoentes máximos do neorrealismo português, movimento que conta com um museu na cidade onde o escritor nasceu, Vila Franca de Xira.

Começou a trabalhar cedo e foi para Angola aos dezasseis anos, em busca de melhores condições de vida. Regressou três anos depois, juntou-se ao Movimento de Unidade Democrática (MUD), opositor do Estado Novo, e filiou-se no Partido Comunista.

Foi responsável pela introdução em Portugal do neorrealismo, com o romance Gaibéus (1939), nome que designava os camponeses da Beira que iam para o Ribatejo fazer a ceifa do arroz, na primeira metade do século XX.

Manuel da Fonseca nasceu em Santiago do Cacém, em 15 de outubro de 1911, mas cedo veio para Lisboa, onde iniciou a sua atividade literária. Poeta, romancista, contista e cronista, toda a sua obra é atravessada pelo Alentejo e o seu povo. Ligado ao neorrealismo, evoluiu no sentido de um regionalismo crescente, ligado ao seu Alentejo natal, retratando o povo desta região e a miséria por ele sofrida. Contestatário e observador por natureza, a sua escrita era seguida de perto pela censura. Faleceu a 11 de março de 1993, com 81 anos.

ESPETÁCULO DE HOMENAGEM A MANUEL DA FONSECA EM MONTEMOR-O-NOVO

Tem lugar hoje, pelas 21h30, no auditório da Biblioteca Municipal Almeida Faria, em Montemor-o-Novo,um espetáculo de homenagem a Manuel da Fonseca, no âmbito das comemorações do centenário do seu nascimento.

O evento contará com atuação de Samuel e com a participação especial de Cândido Mota.

Manuel da Fonseca nasceu em Santiago do Cacém, em 15 de outubro de 1911, mas cedo veio para Lisboa, onde iniciou a sua atividade literária. Poeta, romancista, contista e cronista, toda a sua obra é atravessada pelo Alentejo e o seu povo. Ligado ao neorrealismo, evoluiu no sentido de um regionalismo crescente, ligado ao seu Alentejo natal, retratando o povo desta região e a miséria por ele sofrida. Contestatário e observador por natureza, a sua escrita era seguida de perto pela censura. Faleceu a 11 de março de 1993, com 81 anos.

ENCERRAMENTO DAS COMEMORAÇÕES DO NASCIMENTO DE MANUEL DA FONSECA NA CASA DO ALENTEJO

A Casa do Alentejo encerra as Comemorações do Centenário do nascimento de Manuel da Fonseca, no sábado, através de um programa que inclui a atuação do Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Serpa e a exibição do especáculo musical orientado por Paulo Ribeiro que integra literatura, teatro, dança e música.

Manuel da Fonseca nasceu em Santiago do Cacém, em 15 de outubro de 1911, mas cedo veio para Lisboa, onde iniciou a sua atividade literária. Poeta, romancista, contista e cronista, toda a sua obra é atravessada pelo Alentejo e o seu povo. Ligado ao neorrealismo, evoluiu no sentido de um regionalismo crescente, ligado ao seu Alentejo natal, retratando o povo desta região e a miséria por ele sofrida. Contestatário e observador por natureza, a sua escrita era seguida de perto pela censura. Faleceu a 11 de março de 1993, com 81 anos.

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE ESCRITORES RECORDA HOJE MANUEL DA FONSECA E ALVES REDOL

A Associação Portuguesa de Escritores (APE) homenageia hoje, pelas 18h30, os escritores Alves Redol Manuel da Fonseca e Carlos Oliveira.

A sessão terá lugar no Jardim de Inverno do Teatro São Luiz e contará com a presença de João Tordo, Afonso Cruz e Gonçalo M. Tavares. A atriz Carmen Santos e José Manuel Mendes, presidente da APE, lerão passagens das obras dos autores homenageados.

A iniciativa enquadra-se nas comemorações do centenário de Manuel da Fonseca e Alves Redol e assinala os 30 anos da morte de Carlos de Oliveira.

A entrada é livre.

CENTENÁRIOS DOS NASCIMENTOS DE ALVES REDOL E MANUEL DA FONSECA CELEBRADOS NO MUSEU DO NEORREALISMO

Os escritores Alves Redol e Manuel da Fonseca, cujos centenários dos respetivos nascimentos se comemoram este ano, serão recordados no Museu do Neorrealismo, em Vila Franca de Xira, com exposições, congressos internacionais, leituras encenadas e filmes.

A 30 de setembro, pelas 19h00, será exibido Cerromaior, realizado por Luís Filipe Rocha em 1980, numa adaptação do primeiro romance de Manuel da Fonseca. A sessão contará com a presença do realizador.

Inaugurada no museu vila-franquense a 28 de maio, a Grande Exposição do Centenário de Manuel da Fonseca estará patente até 9 de outubro, sendo reinaugurada a 15 de outubro, data do nascimento do escritor, no Museu de Santiago do Cacém, sua terra natal.

De 7 a 9 de outubro, realiza-se o congresso internacional "Por Todas as Estradas do Mundo", organizado pelo museu em parceria com o Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, que conta com a participação dos académicos Eduardo Lourenço, Fernando Guimarães, Fernando J. B. Martinho, Luís Filipe Rocha, Manuel Gusmão, Rosa Maria Martelo, Manuel G. Simões e Vítor Viçoso.

A 14 de outubro, será exibido, no âmbito do ciclo de cinema "Imagens e Palavras de Alves Redol", o documentário de Francisco Manso Alves Redol (2011), sobre o escritor que, em 1939, introduziu em Portugal o neorrealismo, com o romance Gaibéus – nome dado aos camponeses da Beira que iam para o Ribatejo fazer a ceifa do arroz.

Na epígrafe à primeira edição de Gaibéus, escreveu o autor: “Este romance não pretende ficar na literatura como obra de arte. Quer ser, antes de tudo, um documentário humano fixado no Ribatejo. Depois disso, será o que os outros entenderem.”

A 22 de outubro, serão inauguradas no museu a exposição biobibliográfica “Alves Redol – Centenário” e as mostras “Alves Redol, a Fotografia e o Documento” e “Alves Redol em BD: projetos de banda desenhada em torno da narrativa redoliana”.

Em novembro, no dia 5, pelas 16h00, haverá uma "Leitura e Análise da Obra de Alves Redol", por Vítor Viçoso e pelo Grupo de Teatro do Grémio Literário Povoense, a que se seguirá, no dia 12, à mesma hora, uma conferência intitulada "Alves Redol no grande espaço linguístico português".

A 25 de novembro, às 19h00, os visitantes do museu são convidados a assistir à sessão "Alves Redol e a Rádio", que consiste na audição de entrevistas e declarações do escritor à rádio portuguesa.

Já em janeiro de 2012, a concluir as comemorações, será entregue, em data a definir, o Prémio Literário Alves Redol – Romance e Conto, e realiza-se nos dias 19, 20 e 21 o Congresso Internacional "Centenário de Alves Redol", fruto de mais uma parceria do museu com a Faculdade de Letras de Lisboa.

A Editorial Caminho recorda também o centenário do nascimento de Manuel da Fonseca através da reedição da obra do autor: O Fogo e as Cinzas e Seara de Vento (setembro); Cerromaior e Aldeia Nova (outubro); Obra Poética de Manuel da Fonseca; Um Anjo no Trapézio e Tempo de Solidão (novembro).

CENTENÁRIO DE MANUEL DA FONSECA CELEBRADO NO MUSEU DO NEORREALISMO

No âmbito das comemorações do centenário do nascimento do escritor Manuel da Fonseca, o Museu do Neorrealismo, em Vila Franca de Xira, vai exibir dois filmes ligados ao autor.

Hoje, pelas 19h00, será exibido o filme O Trigo e o Joio (1965), de Manuel Guimarães, que conta com a participação de Manuel da Fonseca como ator.

A 30 de setembro, pelas 19h00, será a vez de Cerromaior, realizado por Luís Filipe Rocha em 1980, numa adaptação do primeiro romance de Manuel da Fonseca. A sessão contará com a presença do realizador.

Manuel da Fonseca nasceu em Santiago do Cacém, em 15 de outubro de 1911, mas cedo veio para Lisboa, onde iniciou a sua atividade literária. Poeta, romancista, contista e cronista, toda a sua obra é atravessada pelo Alentejo e o seu povo. Ligado ao neorrealismo, evoluiu no sentido de um regionalismo crescente, ligado ao seu Alentejo natal, retratando o povo desta região e a miséria por ele sofrida. Contestatário e observador por natureza, a sua escrita era seguida de perto pela censura. Faleceu a 11 de março de 1993, com 81 anos.

ALVES REDOL E MANUEL DA FONSECA RECORDADOS HOJE NA SPA

Os escritores Alves Redol e Manuel da Fonseca, cujos centenários dos respetivos nascimentos se comemoram este ano, são hoje recordados na Sociedade Portuguesa de Autores com uma conferência da professora Maria Alzira Seixo.

"Redol e Fonseca: Que neorrealismo? Que poéticas? Que interesse em ler estes autores hoje?" é o tema da conferência que será proferida a partir das 18.30 pela professora da Faculdade de Letras de Lisboa Maria Alzira Seixo, autora de uma vasta obra ensaística e distinguida este ano com o Prémio Vergílio Ferreira, da Universidade de Évora.

António Alves Redol (29 de dezembro de 1911-29 de novembro de 1969) ficou para a história como um dos expoentes máximos do neorrealismo português, movimento que conta com um museu na cidade onde o escritor nasceu, Vila Franca de Xira.

Começou a trabalhar cedo e foi para Angola aos dezasseis anos, em busca de melhores condições de vida. Regressou três anos depois, juntou-se ao Movimento de Unidade Democrática (MUD), opositor do Estado Novo, e filiou-se no Partido Comunista.

Foi responsável pela introdução em Portugal do neorrealismo, com o romance Gaibéus (1939), nome que designava os camponeses da Beira que iam para o Ribatejo fazer a ceifa do arroz, na primeira metade do século XX.

Manuel da Fonseca nasceu em Santiago do Cacém, em 15 de outubro de 1911, mas cedo veio para Lisboa, onde iniciou a sua atividade literária. Poeta, romancista, contista e cronista, toda a sua obra é atravessada pelo Alentejo e o seu povo. Ligado ao neorrealismo, evoluiu no sentido de um regionalismo crescente, ligado ao seu Alentejo natal, retratando o povo desta região e a miséria por ele sofrida. Contestatário e observador por natureza, a sua escrita era seguida de perto pela censura. Faleceu a 11 de março de 1993, com 81 anos.

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