NO DIA MUNDIAL DA CRIANÇA A BIS SUGERE...
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Um romance nunca está acabado pelo simples facto de estar escrito e publicado. Quando chega às mãos, só metade do caminho está percorrido. Quando o leitor projecta num romance os seus sonhos, a sua vida, os seus outros livros, os seus ódios, os seus amores, percorre o resto da estrada.
Esta citação de Arturo Pérez-Reverte no cabeçalho do blogue Letras Sem Fundo avisa o visitante para que o espera. A nota “sem” intenções de Carlos Antunes, o seu autor, aguça ainda mais o apetite, já que estamos perante “pequenas reflexões que faço para mim mesmo, contra a minha própria falta de memória e a favor da dignidade dos livros, mesmo daqueles de que possa vir a desistir a meio”. No final da sua nota, o autor apresenta-nos o seu mais sincero pedido de desculpas… “É que, afinal de contas, vou roubar-vos tempo aos livros que deveriam andar a ler!”
A crítica de Os da Minha Rua, de Ondjaki, para ler aqui.
A crítica de A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho, de Mário de Carvalho, para ler aqui.
A crítica de Inês de Portugal, de João Aguiar, para ler aqui.
Os livros da BIS são cada vez mais uma companhia indispensável para os leitores portugueses. E o número de fãs na blogosfera não pára de crescer. Hoje vamos dar destaque ao blogue Na Companhia dos Livros, um espaço onde Isabel Maia revela toda a sua paixão pela leitura, dando a conhecer algumas obras indispensáveis e embelezando as suas críticas com excertos escolhidos por si.
A crítica de A Casa da Rússia, de John le Carré, para ler aqui.
A crítica de A Conjura, de José Eduardo Agualusa, para ler aqui.
A crítica de Inês de Portugal, de João Aguiar, para ler aqui.
A crítica de Alma, de Manuel Alegre, para ler aqui.
A crítica de Terra Sonâmbula, de Mia Couto, para ler aqui.
A crítica de Os da Minha Rua, de Ondjaki, para ler aqui.
A crítica de O Vale da Paixão, de Lídia Jorge, para ler aqui.
A crítica de Só, de Antonio Nobre, para ler aqui.
A crítica de As Aventuras de Robinson Crusoe, de Daniel Defoe, para ler aqui.
A crítica de O Processo, de Franz Kafka, para ler aqui.